quinta-feira, 24 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
CONCURSO DESIGNER LIIBRA SP - PREMIAÇAO EM DINHEIRO
Em parceria com a SOCIAL ART WORK - http://www.socialartwork.com.br a CUFA SP realiza concurso entre designers para a criação da identidade visual da LIIBRA NA VIRADA SP 2012.
Os interessados devem se inscrever no site e apresentar sua idéia de projeto gráfico para o evento do campeonato estadual de basquete de rua realizado pela CUFA na Virada Esportivo de 2012.
A premiação será de R$420,00 para a arte vencedora que será votada nas mídias sociais e pelo júri da CUFA BRASIL.
O modelo de crowdsourcing (terceirização em massa via web) se propõe a transpor o tradicional atendimento de agência para o dinamismo da interatividade e da diversidade deste modelo dinâmico.
As artes finalistas serão abertas ao voto popular pelas mídias sociais da LIIBRA na Virada SP 2012.
Acompanhe tudo em www.liibra.com/saopaulo
Os interessados devem se inscrever no site e apresentar sua idéia de projeto gráfico para o evento do campeonato estadual de basquete de rua realizado pela CUFA na Virada Esportivo de 2012.
A premiação será de R$420,00 para a arte vencedora que será votada nas mídias sociais e pelo júri da CUFA BRASIL.
O modelo de crowdsourcing (terceirização em massa via web) se propõe a transpor o tradicional atendimento de agência para o dinamismo da interatividade e da diversidade deste modelo dinâmico.
As artes finalistas serão abertas ao voto popular pelas mídias sociais da LIIBRA na Virada SP 2012.
Acompanhe tudo em www.liibra.com/saopaulo
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Crias do Futuro e CUFA Pará promovem ressocialização de internos em Belém
Detentos do Centro de
Recuperação do Coqueiro em Belém participam desde o mês passado da oficina de
confecção de instrumentos de percussão realizada pelo projeto Crias do Futuro.
Além dessa atividade o projeto desenvolve outras ações em diferentes bairros da
capital paraense. O
projeto é uma realização da ONG Crias do Futuro e CUFA Pará com patrocínio da
Oi, e com apoio Cultural do Oi Futuro e do Governo do Estado do Pará, através da
Lei Semear e da Fundação Cultural Tancredo Neves.
As aulas ocorrem
às segundas e quartas feiras sob orientação do instrutor Francisco Carlos Matos
da Silva,
mais conhecido por Zeti Luthier, que há mais de 20 anos trabalha na produção de
instrumentos musicais. Segundo ele as atividades seguem com grande
aproveitamento. ”Os detentos são muito ativos, e por meio da oficina estão
aprendendo uma profissão, pois como se sabe conseguir emprego após cumprir pena
não é fácil”, completa Zeti.
Essa oficina ocorrerá
em duas partes, no primeiro momento os rapazes recolheram madeira
reciclada, o famoso pinho, e outros materiais. Em seguida tiveram aulas em que
aprenderam a construir os instrumentos, como maracas, marabaixos, alfaias,
curimbós, reco-recos e tambores. Ao final os detentos entrarão no processo de
musicalização, etapa que formarão uma turma de percussionistas para praticar os
conhecimentos aprendidos.
De acordo com
Zeti, os detentos estão muito entusiasmados com a oficina do projeto, entre eles
está Januário Leal, que mostra verdadeira satisfação com a ação promovida pelo
Crias do Futuro. “O trabalho é uma forma mais dinâmica de educação e
comportamento, requisito básico para ressocialização dos detentos. O processo de
construir um instrumento e depois tocá-lo é muito relaxante, além de um meio de
aprendizagem”, completa o detento que é músico por formação.
Por CUFA PARA
quarta-feira, 11 de abril de 2012
"O sonho de revolução das comunidades de periferia"
A Revista Raça Brasil na sua edição 165 do mês de abril de 2012 nos premiou entre outros assuntos, com a matéria sobre "O sonho de revolução das comunidades de periferia - Nos anos 1970 e 1980, quando a Central Única das Favelas nem sonhava existir, alguns estudiosos advertiam: quando a favela descer para o asfaldo, não haverá como conter uma revolta social! A previsão, para muitos, significava uma grande catástrofe."
segunda-feira, 26 de março de 2012
Bahia sedia o 7º Encontro Nacional da CUFA
A Central Única das Favelas (CUFA) realizará na cidade de Salvador, na Bahia, a sétima edição do Encontro Nacional. O evento, que acontecerá nos dias 29/03 a 01/04, no Anfiteatro Prof. Alfredo Thomé da (Antiga) Faculdade de Medicina da Bahia/ UFBA, Largo do Terreiro de Jesus (Centro Histórico), contará com a presença de representantes das CUFA’s dos vinte e seis estados e o Distrito Federal.
O objetivo principal do encontro anual é planejar e discutir as ações da instituição que serão realizadas em 2012, possibilitando que as bases da CUFA espalhadas pelo Brasil tenham oportunidade de relatar suas ações do ano anterior e trocar experiências.
Na ocasião, serão debatidas medidas para colaborar com o desenvolvimento das favelas e periferias do Brasil e do mundo, além de proporcionar aos participantes a possibilidade de dialogar e materializar ações através do esporte, arte, cultura, turismo, trabalho e ações de prevenção da violência em suas diversas expressões.
A rede CUFA BR iniciou em 1998 por jovens do Rio de Janeiro se vascularizou por todo o Brasil e visa articular projetos, ideias e políticas públicas com os diversos movimentos existentes em cada região.
A principal missão da CUFA é funcionar como um polo de produção cultural e de distribuição de oportunidades para os jovens, particularmente, negros e residentes em favelas por meio de projetos e ações promovidas nos campos da educação, esporte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano.
quinta-feira, 22 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
NOTA À IMPRENSA E AOS AMIGOS
NOTA À IMPRENSA E AOS AMIGOS
Caros amigos,
Caros amigos,
Gostaria de
esclarecer os lamentáveis fatos que envolveram o meu nome e o de minha família,
hoje, na imprensa. E salientar que a partir de amanhã (21/03) estarei
disponível para falar pessoalmente sobre todos os fatos que relato a seguir:
Infelizmente, minha irmã sofre, já há alguns anos, de um grave problema de saúde. Não são raras crises psicológicas, que nos trazem, como família, grande preocupação e mau estar.
Ontem (segunda),
no fim da manhã, fomos informados que essa nossa irmã estava sofrendo de uma
uma dessas crises. Imediatamente, saímos, eu e minha outra irmã, Kamila, para
socorrê-la e trazê-la de volta para casa, coisa que fizemos por volta de 11
horas. Saliento que os filhos dessa minha irmã enferma, de 10, 13 e 15 anos,
moram comigo desde que nasceram, fato que me traz imensa satisfação.
Pois bem, em determinado momento do dia, precisei me ausentar (tive que levar minha sobrinha, filha dessa minha irmã, à UPA da Cidade de Deus) e ela aproveitou para sair novamente, à revelia, de nossa casa. De forma desequilibrada, ficou andando pela Cidade de Deus e, depois, foi à delegacia, contar o fato que nunca existiu, e que hoje permeiam as páginas da imprensa. Esse delírio foi confirmado por ela mesma, que depois de mais calma, voltou à mesma delegacia para desmentir (fato que pode ser confirmado pelas autoridades policiais, certamente).
Nesse instante, nossa família já estava desesperada, atrás novamente de seu paradeiro. Quando a localizamos junto com a mãe, e juntas retornaram a minha casa. Gostaria de dizer que eu e nem minha família estamos preocupados com a repercussão desse caso, que trata-se, nada mais, nada menos, que um drama familiar. Minha única preocupação, hoje, é com meus sobrinhos e com a plena recuperação da saúde de minha irmã. Estive hoje na delegacia para contar a versão verdadeira do caso. Me apresentei de forma espontânea, sem ser intimado. Fiz porque entendo ser importante esclarecer tudo o que aconteceu, inclusive para o bem dela. Quero, na verdade, pôr um ponto final nessa triste história.
Ainda hoje (dia
20/3) levarei minha irmã a um médico especializado para tratamento específico a
sua enfermidade. Ela ter aceitado ir voluntariamente para nós já é uma grande
vitória. Minha vida, como todos sabem, sempre foi um livro aberto,
especialmente no que diz respeito a não-violência e pelo social. Mas demorei um
pouco para escrever esta nota porque ela envolve um drama familiar e a
exposicao das crianças. A final minha irmã é dependente e muitas vezes incapaz,
tanto assim que cuido desde o nascimento de todos os seus filhos. Não houve
agressão alguma e ela esta agora com as crianças sob meus cuidados.
Compreendo quem,
sem saber da verdade, acabou me julgando e, até, me condenando. Mas sugiro que
todos saibam o que realmente aconteceu, que lembrem da minha trajetória, e que
nunca, jamais, faria mal a uma pessoa, ainda mais minha irmã, que tanto amo e
cuido. Entendam: ela precisa de tratamento.
lamento ter esse
tipo de exposição sem fundamento mas que sirva de exemplo sobre os problemas
que as famílias precisam enfrentar para cuidar dos parentes que precisam de
amparo.
Forte abraço em
todos,
MV Bill e família
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